Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC - SP) respectivamente em 2014 e 2010. Jornalista e Especialista em Educação Patrimonial pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG - PR) em 1996 e 2003. Formanda em Pedagogia, pela Uninter, em 2024. É Guia Especializada em Atrativos Turísticos Naturais pelo SENAC - EMBRATUR, 1997. É Técnica em Vestuário pelo Centro Estadual de Ensino Profissional (CEEP - PR), 2017. Leciona as mais diferentes disciplinas das grades dos cursos de graduação (pós, técnico e cursos profissionalizantes) em Jornalismo, Publicidade, Moda e Design, há mais de 20 anos em diversas universidade públicas e particulares do Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso e Santa Catarina, sendo elas, na seguinte ordem : SECAL, UEPG, PUC - MG, UNICESUMAR * (Graduação e Cursos de Férias), Faculdade Alvorada, SESI-SENAI, Pitágoras, CIEE, UEM, UNIPAR, UEMG, UNEMAT, IFSC e UNICENTRO. Atuou em prefeituras, ONGs, câmaras, jornal impresso, site e agência de publicidade e sindicatos. É ativista ambiental, no âmbito prático e na proposição de legislação, educadora ambiental. Iniciou a publicação de fascículos de Livro para estimular a escuta ativa, a Comunicação Não-Violenta, e consequente o diálogo, entre adultos e crianças: Guardador de Palavras da Gabi (Volume I) - Elucubrações de uma criança de dois a quatro anos e meio; Guardador de Palavras da Gabi (Volume II) - Devaneios de uma criança de quatro anos e meio a cinco; Guardador de Palavras da Gabi (Volume III) - (In) certezas de uma criança de cinco anos; Guardador de Palavras da Gabi (Volume IV) - Mais (in) certezas de uma criança de cinco anos. Escreve semanalmente nas colunas Sustentabilidade e Meridianos, do Portal H2Foz, é integrante da Academia Cianortense de Letras, cadeira número 9, que homenageia o pioneiro do jornalismo ambiental no Brasil, Randau Marques. Avaliadora ad hoc (2021/1) Revista da Educação Unemat, UFMT (2024); Integra Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis); Revista Akédia; Avaliadora de projetos Paulo Gustavo Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas (AL), Fundação Carlos Drumond de Andrade (Itabira MG), Secult (Goiás), Secultfor - Secretaria Municipal de Cultura de Fortaleza; Poá Estância Hidromineral SP; São José SC; Ituituaba - MG; Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais; Secretaria de Cultura de Uruburetama - CE; São Pedro da Aldeia; Feira de Santana - BA. Classificada nas prefeituras de Manaus AM e Campinas SP. Habilitada para integrar banco de avalição Lei Paulo Gustavo: Buzios RJ; Cachoeiro do Itapemerim - ES; Balneário Camboriú PR; Itanhaém SP; Maceió Al; Secretaria de Cultura do MS; Piracicaba SP; ; Estância Turística de Salto SP; Santiago RS; São Pedro da Aldeia RJ; É avaliadora do Intercom e Expocom e participa como Coordenadora de Mesa e apresentadora de oficina: Caminhos para publicar seu livro impresso. Participou por dois anos consecutivos da FLIM - Maringá (Festa Literária Internacional de Maringá - 20 e 21). Tem projetos culturais aprovados pela Secretaria de Cultura do Paraná - Programa Bolsa Cultural Paraná Criativo / Lei Aldir Blanc e Secretaria Municipal de Cultura de Cianorte Chamamento Público 04/2023 (Audiovisual e Literatura) - Lei Paulo Gustavo Audiovisual - Convocada; Convocada pelo Chamamento Público 06/2023 - LPG Demais Áreas - Guardador de Palavras da Gabi V - Dilemas aos seis anos. Tem projeto habilitado pela Secretarial Estadual de Cultura do Paraná. Desenvolve projeto de Livro inspirado pelo Guardador de Palavras, com alunos do terceiro ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Lúcia Moro, de Cianorte, PR.
A jornalista e professora paranaense Aida Franco de Lima é autora da coleção de livros denominada Guardador de Palavras da Gabi. O projeto editorial é baseado em frases e diálogos cotidianos com sua filha, hoje pré-adolescente, Gabriella Beatrice, nas mais diversas fases da infância.O livro é uma espécie de passaporte para um universo mágico, com ilustrações no traço delicado da personagem principal, no caso Gabi. Começa e termina onde o leitor abrir ou fechar. Leitura não linear, é opção para quem tem ou não o precioso tempo! O próprio tempo do qual o livro tenta estimular os adultos a dedicarem às crianças, através da escuta ativa. Aquela em que realmente é dada atenção ao interlocutor.“Eu consigo escrever os livros não apenas porque sou jornalista, mas porque sempre tentei dedicar o máximo de atenção aos diálogos que tínhamos, tentando responder suas inquietações e descobrindo o mundo junto do olhar e coração puro de uma criança”, destaca Aida.