Aloe Alves Dos Reis (24), natural de Água Clara, iinterior do estado. Foi criada pela avó artesã, tendo os primeiros contato com a arte através dela, na produção de pintura em tela, mandala de papel machê reciclado;
Escritora do livro "Futuras Moradas Trava";
Vencedora em 2° na ccategoria poesia, no Festival da Juventude UFMS.
Graduanda de Geografia Bacharelado pela Universidade Estadual de Mato Grosso Do Sul (UEMS);
Fotografa;
Desenvolve desenhos em técnica de grafismo;
Produz instalação com sementes e papelão reciclado;
Escitora e performer Slam, Aloe já apresentou textos autorias em batalha de rua (Slam Camélia), Festival de Bonito e Festival da Juventude UFMS;
Realizou cursos de formação independente na Plataforma Escola Itaú Cultural;
Trabalhou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artistico Nacional (IPHAN), na execução de Oficinas e Simpósios;
Participou da Mostra Apollo Black 2019, com performance ttexto Slam;
Participou da Mostra Muda Outras Eeconomias, com performane-audiovisual.
Aloe pesquisa seu corpo-trans-território. Propõe através das artes cénicas, visuais e plásticas, diálogo e reflexão que manifeste no seu tempo-espaço presente, o passado, bem como seu futuro, em protesto de sua luta e resistência enquanto corpa brasileira. Parte da experiência enquanto corpa trans, como metodologia intelectual, pesquisa e ritualística, mandiguera, macumbeira e andarilha (ciclo viajante). Na penumbra das 00h da noite, na 12h do meio dia., feita por Exu, é na penumbra da noite que a artista encontra entendimento.