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Sobre o artista:

O cantor e compositor Johnny Arruda é natural de Campo Grande – MS. Nascido aos 12 dias do ano de 1988 o artista se criou bebendo das fontes riquíssimas de nossa música. Por influência de seu avô, Sr. Brasil, que não era músico, mas apaixonado por música paraguaia, Johnny teve as primeiras influências carimbadas em seu DNA musical logo cedo, até muito antes de pensar em música como profissão. Sempre residindo na capital sul-mato-grossense, Johnny encontrou na música sua paixão e propósito por volta dos 17 anos, quando ganhou seu primeiro violão, um presente caro dado pela sua avó D. Nena, pela tia Gleice e pela sua Mãe Maria Auxiliadora anos de idade. Nessa época começou a fazer aulas de violão em um projeto da prefeitura chamado escola viva onde conheceu seu primeiro e único professor de violão, o saudoso “Bibi do Cavaco” que lhe ensinou os primeiros acordes e ritmos, assim como a dar aulas de violão. Já com 19 anos teve uma dupla de sertanejo (Johnny e Fabio)  que cantava desde moda de viola (sertanejo raiz) até os sucessos do então momento. A dupla durou 6 anos, terminando em meados de 2014. Agora voltamos a 2008 para falar de outro importantíssimo capítulo, o Coral da UFMS. O coral e a figura de Manoel Câmara Rasslan foram um divisor de águas na formação musical e como ser humano de Johnny. Ao ter acesso a mais alta produção cultural dentro da música, também passou, com o tempo a entender a arte e a alma daqueles repertórios eruditos tão complexos e cheios de significados espirituais e existenciais. A relação das artes visuais, música e a história do mundo estava contada ali em melodias e harmonias pensadas cuidadosamente para registrar não só os fatos, mas os sentimentos das pessoas com relação a isso. Esse universo encantou e moldou o compositor. Através deste entendimento busca canções atemporais com temas relacionados ao ser humano, natureza e ao ciclo da vida. O ciclo do coral se encerrou em 2018, com a gravação do hino do Mato Grosso do Sul em conjunto com a Camerata Madeiras Dedilhadas do Professor e Maestro Marcelo Fernandes. Mais um capítulo importante, a pandemia em 2020 força artistas a pararem com suas atividades e Johnny vê muito amigos e colegas de profissão em sérias dificuldades. Nesse período em tom de esperança surge o conceito que acompanha o artista desde então, a “Beleza do Simples”. O conceito surgiu como forma de alento propondo a ideia de se energizar através daquilo que temos de mais precioso e muitas vezes, por conta de nos acostumarmos, não damos valor. Coisas simples que trazem memórias, risos e que nos permitem de alguma forma exercitar o tal “dom de ser capaz de ser feliz”. Enxergar o lado bom num momento como aquele era como dançar sobre os escombros numa guerra, mas necessário para manter-se vivo e com esperança e foi assim que surgiu a canção “Beleza do Simples” que fala da chuva, do clima bom, do cheiro das rosas e até de sua cadelinha de estimação (Luna). Este universo simples é onde se encontra a força que tudo rege e que caminha sempre em direção ao belo. Nessa manifestação da força divina é que o artista se apega para compor e subir ao palco para cantar suas canções por onde passa. O universo sertanejo que retrata a poesia do campo é algo que encanta Johnny e referências como Almir Sater, Renato Teixeira e Victor Chaves devem ser citadas, pois impactam diretamente a obra do artista, assim como as harmonias de Oswaldo Montenegro que trazem modulações e momentos que pedem dramaticidade no canto e no olhar que também inspiram a performance de Johnny.  

Área Artística: MÚSICA
Estilo/Gênero: REGIONAL, MPB, Repertório Eclético
Habilidades Adicionais: VIOLÃO, Loop com pedal de voz e violão
Serviço/Produto: MULTILINGUAGENS, FESTIVAIS, FEIRAS, CASAMENTO, ANIVERSÁRIO, Eventos diversos e Shows

Release do artista:

Johnny Arruda apresenta o Show Beleza do Simples que tem como base um conceito que surge durante a pandemia quando Johnny Arruda compõe uma música com esse título a fim de inspirar esperança e transmitir paz de espírito. O show foi montado quando surgiu a oportunidade de se apresentar no projeto vertentes que aconteceu em formato de live devido a pandemia de COVID-19. Carregando uma mensagem de paz e inspirado na música regional, o artista propõe uma simbiose entre natureza, existencialismo e amor. Seu show é dividido em três momentos, onde o artista inicia trazendo músicas que norteiam os principais conceitos do show fazendo uma reflexão sobre o “tempo que compõe quem somos” e sobre a força implícita que tudo move e cria contida na “beleza do simples”. Na segunda parte do show, Johnny aproveita essa reflexão sobre o tempo para fazer um convite para os espectadores voltarem no tempo e revisitarem suas vivências com o amor. Abordando suas diferentes fases e manifestações, desde o amor de infância ao amor maduro, chegando até sua frutificação caracterizada pela prole e a constituição completa da família. A finalização do show vem para exaltar a família, esse bem tão simples, mas que é realmente o que temos de mais precioso. O show propõe um despertar por essa busca pelos prazeres reais, longe das ilusões do mundo moderno. Reflexão, belas canções, emoção e boa prosa é o que se encontra no “Show Beleza do Simples”.

 


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