Artista da dança, produtora cultural e ativista LGBTQIAPN+, Aurora Cecília Martim da Silva é uma das vozes mais potentes da nova geração cultural sul-mato-grossense. Natural de Três Lagoas/MS, Aurora iniciou sua formação no balé clássico pelo método Vaganova, migrando posteriormente para as danças urbanas e contemporâneas. Com passagens por palcos nacionais e internacionais, coleciona prêmios e reconhecimentos por sua expressividade e compromisso com a arte como ferramenta de transformação social.
Com um trabalho que articula estética e militância, Aurora é idealizadora de projetos como CineTrans e Em Que Dança Nos Metemos?, que promovem o acesso democrático à cultura em comunidades periféricas. Foi premiada como Mestra dos Saberes Culturais pela Fundação de Cultura de MS, sendo a mais jovem a receber esse reconhecimento nas categorias Artes Cênicas e LGBTQIAPN+.
Além de atuar como professora voluntária de dança na ONG Arte Viva, coordena ações inclusivas no IFMS e integra o Conselho Estadual de Cultura (2024–2026). Aurora também tem presença ativa em comissões de avaliação da Lei Paulo Gustavo e da PNAB, reafirmando seu compromisso com a construção de políticas públicas mais justas e acessíveis para a cultura brasileira.
Aurora Cecília Martim da Silva: arte, resistência e inclusão por meio da cultura
Artista da dança, produtora cultural e ativista LGBTQIAPN+, Aurora Cecília Martim da Silva é uma das vozes mais potentes da nova geração cultural sul-mato-grossense. Natural de Três Lagoas/MS, Aurora iniciou sua formação no balé clássico pelo método Vaganova, migrando posteriormente para as danças urbanas e contemporâneas. Com passagens por palcos nacionais e internacionais, coleciona prêmios e reconhecimentos por sua expressividade e compromisso com a arte como ferramenta de transformação social.
Com um trabalho que articula estética e militância, Aurora é idealizadora de projetos como CineTrans e Em Que Dança Nos Metemos?, que promovem o acesso democrático à cultura em comunidades periféricas. Foi premiada como Mestra dos Saberes Culturais pela Fundação de Cultura de MS, sendo a mais jovem a receber esse reconhecimento nas categorias Artes Cênicas e LGBTQIAPN+.
Além de atuar como professora voluntária de dança na ONG Arte Viva, coordena ações inclusivas no IFMS e integra o Conselho Estadual de Cultura (2024–2026). Aurora também tem presença ativa em comissões de avaliação da Lei Paulo Gustavo e da PNAB, reafirmando seu compromisso com a construção de políticas públicas mais justas e acessíveis para a cultura brasileira.